domingo, 10 de junho de 2012


Adélia Prado - Exausto

Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.
( Este poema foi colcoado para os cursitas do curso de aperfeiçoamento pela turora Aline Gomes..para nós)

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